9.2.22

Parque Municipal Américo Renné Giannetti, Belo Horizonte

Parque Municipal Américo Renné Giannetti

O Parque Municipal já está aberto ao público . O local estava fechado devido aos trabalhos de reforço e monitoramento da vacinação dos felinos contra a raiva.

 

Por se tratar de área central e com grande fluxo de pessoas, será necessário o agendamento prévio para as visitas.

Essa é uma forma de garantir a segurança e o conforto para a sua visita, durante a vigência das medidas sanitárias preventivas de contenção a Covid-19.

16.11.21

Navalhas pendentes, Paulo Rosenbaum

O romance Navalhas pendentes, de Paulo Rosenbaum, é, sobretudo, uma armadilha que, entre citações, ironias e referências intertextuais, arma e desarma a leitura. A trama põe em perspectiva a sanidade do narrador e a linearidade da história. Complô, ilusão e farsa fazem do enredo um labirinto e fazem multiplicar realidades instáveis ou fantasias existenciais de um protagonista que, aparentemente, não merece muita credibilidade. Desde o início, o leitor sabe que está pisando em solo movediço, afinal, amnésia é uma das palavras-chave que, intermitentes, funcionam como faróis precários no nevoeiro. O narrador, Homero Arp Montefiore, tal qual o seu homônimo grego, faz precipitar as certezas por um vórtice e, se Goya tinha razão e o sono/sonho da razão produz monstros, tanto um quanto o outro assombram o personagem com lâminas que se inscrevem na narrativa, como signos denunciadores. Sobre o herói e os crimes imputados ou cometidos por ele, pesam navalhas, facas, canivetes e outros fios mais sutis. Daí serem sempre pendentes tanto as ameaças e quanto as certezas. Nesse sentido, quando o personagem, revisor de textos e aprendiz de escritor, se corta com o gume de uma folha de papel, aguçam as lembranças do leitor estudos em vermelho, fisiologias da composição, punições para a inocência e mortes ao pé da letra. Uma gota de sangue sobre o papel não é rastro fácil de seguir. O narrador parece viver em um pesadelo, como nos enredos de Kafka, engendrado por um escritor que cria labirintos com inúmeras entradas e algumas saídas, todas inacessíveis. O leitor, como uma espécie de detetive que segue indícios, pistas e enigmas, por sua vez, se enovela numa história de crimes, facas e segredos.

Lyslei Nascimento

29.9.21

Dona Nenê e o Ipê Amarelo, Livro Infantil, Lançamento


O livro Dona Nenê e o Ipê-amarelo, de Julia Nascimento e Lyslei Nascimento, conta a história de uma senhora muito especial! As árvores, as abelhas, os pássaros, toda a natureza, encantam Dona Nenê. Por isso, quando ela passou por uma pracinha triste, sem flores, em Belo Horizonte, plantou uma mudinha de Ipê, aqueles que podemos ver lá longe de tão amarelos! A mudinha cresceu e abriu suas folhinhas verdes. A praça vai ficar linda com um Ipê-amarelo enfeitando tudo, ela pensou. Mas, vieram tratores para reformar a praça... A muda do Ipê não estava no plano deles. O livro conta a história de uma senhora que não se deixou vencer! Ela conseguiu apoio dos amigos, dos vizinhos, de quem passeava na praça. O que será que acontece com a muda de Ipê-amarelo na praça da Dona Nenê? Leia o livro e descubra! Sobre as autoras: Julia Nascimento é artista plástica e quadrinista. Ela estudou no Colégio Técnico e na Escola de Belas Artes da UFMG. Hoje, vive na Suécia. Lyslei Nascimento é escritora e professora de Teoria da Literatura e Literatura Comparada na Faculdade de Letras da UFMG. Doutora em Letras, reside em Belo Horizonte. Elas resolveram contar a história de Dona Nenê a partir de um relato verdadeiro! Serviço: Livro: Dona Nenê e o Ipê-amarelo Autoras: Julia Nascimento & Lyslei Nascimento Editora: Boutique do Livro Ano: 2021 Lançamento: 2 de outubro de 2021, de 10 às 12h Local do lançamento: Frau Bondan Pampulha. Endereço: Avenida Coronel Dias Bicalho, 964, São José, Belo Horizonte, Minas Gerais Preço do livro: R$ 30,00 Contato: contato@meraguel.com.br Mais informações: https://meraguel.com.br/livros Nota dos organizadores: O evento ocorrerá respeitando todos os protocolos de prevenção à Covid-19.
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